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segunda-feira, 12 de maio de 2014





















































Gente, oi. Desculpe a demora. Então como já
dizia, pratiquem o que disse, a arte de contar, seja de que maneira for. Pelos desenhos, escrita, entre outros. Bjs, Violeta

Historias em desenho

A história de Hachikō

Hachikō

famoso cachorro Hachikō emocionou o mundo ocidental após o filme de Richard Gere, Sempre ao Seu Lado. O filme foi baseado em uma verdadeira história da década de 20, um cachorro japonês da raça Akita, chamado Hachikō.

A história real ocorreu em Shibuya - Japão. Hachikō acompanhava seu dono Ueno diariamente desde a porta de casa até à estação de trens da cidade para ir trabalhar, e retornava para encontrá-lo ao final do dia. Essa imagem de companheirismo, impressionava profundamente todas as pessoas que os viam. Entretanto, essa rotina de se admirar e impressionante durou pouco mais de um ano, mais especificamente até maio do ano de 1925, quando numa tarde o professor não retornou em seu trem de rotina.
Como no filme Sempre ao Seu Lado, Ueno sofrera um AVC na universidade nesse dia, nunca mais retornando à estação onde sempre Hachikō o esperara.
Na verdadeira história, quando o corpo de Ueno estava sendo velado, Hachikō, que estava do lado de fora do local, quebrou as portas de vidro da casa e se adentrou para a sala onde o corpo estava, passando a noite deitado ao lado fielmente do companheiro. Outro relato emocionante ocorreu na hora de colocar objetos amados/importantes do falecido no caixão, nessa momento Hachikō pulou dentro do caixão e tentou resistir a sua retirada.
Hachikō então foi enviado para viver com parentes do professor. Mas ele fugiu várias vezes e voltava para a sua antiga casa em Shibuya. Como não se acostumava com o novo lar, ele foi dado ao ex-jardineiro do Professor Ueno, que morava em Shibuya, mas isso não foi suficiente para segurar Hachikō.
Continuava a ir todos os dias à estação de trem, da mesma forma como ele sempre fazia, na espera de que Ueno voltasse para casa. Todos os dias ele ia e procurava seu dono entre os passageiros por horas, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam. O fiel amigo fez isso dia após dia, mês após mês, ano após ano.
Essa persistência atraiu atenção de várias pessoas, muitas delas, ficaram tocados e passaram, então, a trazer comida para aliviar sua vigília. A rotina da espera, na esperança de reencontrar-se com seu dono, se estendeu por nove anos contínuos até o momento de sua morte.

domingo, 11 de maio de 2014

O concurso

O concurso

conta_historia
Uma vez, fez-se um concurso na escola infantil para ver quem era a criança mais carinhosa.
Apresentaram-se muitas concorrentes.
Uma delas, diante do júri, disse:
— Eu ajudei um velhinho a atravessar a rua.
Uma outra contou:
Todos os dias, ao chegar da escola, dou um beijo à minha mãe.
Uma outra relatou:
— Um dia, o meu irmãozinho feriu-se e eu fiz-lhe o curativo.
Uma outra criança contou:
— Dei una esmola a um pobrezinho.
O júri achou que todas foram carinhosas. Mas a que foi premiada foi um menino de quatro anos, cujo vizinho era um idoso que perdera recentemente a esposa.
A criança, ao ver o homem a chorar, entrou no quintal dele, subiu-lhe ao colo e ficou ali sentada.
Quando a mãe lhe perguntou o que dissera ao vizinho, respondeu:
— Nada, só o ajudei a chorar.
O apostolo Paulo recomendava aos cristãos do seu tempo que chorassem com os que choram. Quando nos encontramos perante o mistério do sofrimento que faz brotar lágrimas, a solidariedade passa por chorar com quem chora.

Era uma vez um vô e uma vó. Um dia o vô acordou e disse:


- Vá, minha velha, e faça um bolinho gostoso pra gente comer.
A Velha pegou dois punhados de farinha, recheou a massa com creme de leite,formou um bolinho redondinho e pôs fogo pra assar.
O bolinho ficou dourado e cheiroso, e a vó o colocou na janela pra esfriar.
No começo o bolinho ficou lá, bem quieto.
Mas logo cansou de estar parado e começou a rolar.

Rolou da janela pra cadeira, da cadeira pro assoalho, do assoalho pra porta, e foi rolando pela porta afora até cair no quintal.
E foi rolando e rolando, do quintal pra porteira e da porteira pra fora, até chegar na estrada. E lá se foi o bolinho rolando pela estrada, até que encontrou uma lebre.
- Bolinho, Bolinho, eu vou papar você - disse a lebre.
- Não me pape não, dona lebre - disse o Bolinho.
- Deixe eu cantar uma canção pra você:
"Eu sou um Bolinho,
Redondo e fofinho,
De creme recheado,
Na manteiga assado,
Deixaram-me esfriando,
Mas eu fugi rolando!
O vô não me pegou,
A vó não me pegou,
Nem você, dona Lebre,
Vai me pegar!"
E saiu rolando, antes que a Lebre pudesse piscar um olho.
Rola que rola, até que encontrou um Lobo.
- Bolinho, Bolinho, eu vou papar você - disse o Lobo.
- Não me pape não, deixe eu cantar uma canção pra você:
     
                                     

"Eu sou um Bolinho,
Redondo e fofinho,
De creme recheado,
Na manteiga assado,
Deixaram-me esfriando,
Mas eu fugi rolando!
O vô não me pegou,
A vó não me pegou,
A Lebre não me pegou,
Nem você, Lobo bobo,
Vai me pegar!"
E saiu rolando, antes que o Lobo pudesse piscar um olho. Rola que rola, até que encontrou uma Raposa.
- Bolinho, Bolinho, pra onde vai rolando? - perguntou a Raposa.
- Pela estrada afora, como você está vendo.
- Bolinho, Bolinho, cante-me uma canção - pediu a Raposa. E o Bolinho cantou:

"Eu sou um Bolinho,
Redondo e fofinho,
De creme recheado,
Na manteiga assado,
Deixaram-me esfriando,
Mas eu fugi rolando!
O vô não me pegou,
A vó não me pegou,
A Lebre não me pegou,
O Lobo não me pegou,
Nem você, dona Raposinha,
Vai me pegar!"
E a Raposa disse então:
- Que bela canção, Bolinho!


Pena que  eu sou dura de ouvido, não escuto muito bem. Lindo Bolinho, pula no meu focinho, fica mais pertinho, pra ouvir você direitinho!
O Bolinho pulou no focinho da Raposa, e a Raposa, nhoc!, papou o Bolinho!!!!

História que a Monica gosta muito e resolveu contar pra vocês! Gostaram?

História

 Princesa Contente reinava num lugar onde só havia alegria. Um dia, um gênio mau prendeu a princesa em uma torre muito alta. Foi aí que Pedrinho Pintor resolveu ajudar a princesa.
 as crianças saíram em busca de todos os amigos da princesa.Quando Pedrinho contou ao Arco-íris o que tinha acontecido, ele logo quis ajudar.
E Pedrinho começou a pintar todas as coisas, e as cores vinham vindo e, à medida que as coisas foram ficando coloridas, os alegres amigos da princesa começaram a aparecer.



s flores se abriram e soltaram seus perfumes.
Os pássaros, as danças, todos vieram!


E quando a vontade-de-cantar chegou junto com a Liberdade, todos se juntaram em volta da torre e começaram a cantar:
 Gênio espiou lá de cima, muito ressabiado:
- Vão embora! Não me amolem, não quero vocês aqui!
- Só vamos se você soltar a princesinha!
- Não solto, não solto e não solto!
Nesse momento, de trás da multidão, começou a vir uma risadinha, depois uma risada, depois um riso grosso:
- Hi, hi, hi! Ha, ha, ha! Ho, ho, ho!
Era a Vontade-de-dar-risada, que vinha chegando e todos começaram a rir.
E ela chegou bem perto da torre e só ficou olhando pro Gênio.
O Gênio fez uma cara horrível e resistiu o mais que pôde. Mas não agüentou muito. E começou a rir que não parava mais.
- Hi, hi,hi! Ha, ha, ha! Ho, ho, ho!
E as portas da torre se abriram e a princesinha saiu. Todos se abraçaram, contentes, e o Gênio, que estava muito desmoralizado, foi embora e não voltou nunca mais.