Oi, gente, vim aqui além de desejar a vocês Feliz Natal e Ano Novo, começarmos um ano bom cheio de paz e alegria, bom, vim aqui e dar de presente de natal, um tema chamado ''Inclusão Social''. Bom, a inclusão social, devemos não só incluir uma parte da população, mas sim incluir toda. Não devemos julgar uma pessoa por ela apresentar problemas ou alguma deficiência. Devemos julgar pelo caráter dela e principalmente pela capacidade de como vai realizar aquela ação, o que mais uma vez, devemos incluir toda a população e não fazer exclusão. Então coloco aqui um vídeo pra vocês, que trata e fala melhor o que eu digo. Mais uma vez, espero que vocês gostem, adorem, estimulem as crianças a trabalhar a leitura e também outras coisas, pois isso mais a frente, é importante e ajuda na formação de caráter dela. Bjs: Violeta
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
UM CONTO DE CARNAVAL
O Rei Momo era o dono da felicidade. No seu reino só morava quem tinha o coração alegre e em seu castelo só vivia quem tinha uma pequena coleção de sorrisos. Ele mesmo era dono da maior coleção de sorrisos de todos os reinos próximos e distantes. Por um ano todo ele bordava um a um com muito cuidado e carinho. Eram sorrisos tímidos, sorrisos largos e até sorrisos de plumas e paetês, todos dispostos lado a lado em prateleiras sem fim. Mas cada um deles tinha um dia para sair dali.
No primeiro dia de carnaval, o Rei e sua corte caminhou pelas ruas distribuindo cada um dos sorrisos da coleção real para os habitantes do reino. Não houve uma criança nem um senhor que ficasse sem um de seus belos sorrisos. Foram milhares de rostos iluminados dia após dia e muita folia que durava até o sol raiar. Quem passava próximo pelas paredes do reino invejava a boa energia que contagiava até o além mar. Uma felicidade sem fim, um sorriso que nunca se apagava.
No último dia de carnaval, enquanto o Rei distribuía seus últimos sorrisos, ele foi surpreendido por uma moça. Ela não vestia nenhuma fantasia, nenhuma cor e nenhum brilho. Ela estava fantasiada dela mesma e se recusou em receber um sorriso.
– Desculpe-me majestade, mas estou exausta.
– Mas é carnaval, minha jovem. Se estás exausta tome um banho, durma um pouco e volte para a folia depois.
– Minha exaustão não é do corpo, meu Rei. É do coração. Passei dias enfeitando cabelos, roupas e sorrisos, me vestindo de outra coisa, mas o coração não dá pra fantasiar.
– Insista no carnaval, querida. Insista na fantasia que o coração segue. Onde o corpo vai, a alma vai atrás.
– Já tentei, meu Rei. Não importa quantas fantasias eu vista, não consigo fugir de mim mesma. Não consigo ignorar essa dor no peito.
– Então leve este meu sorriso – disse o Rei enquanto pegava outro sorriso de sua coleção e entregava à jovem – ele não cura dores no peito, mas cura um pouco da tristeza.
– Obrigado rei, mas não posso aceitar e por favor não insista. Hoje eu apenas quero me vestir de mim mesma, nada mais. Então por favor, tire seu sorriso do caminho que eu quero passar com minha dor.
– Mas é carnaval, minha jovem. Se estás exausta tome um banho, durma um pouco e volte para a folia depois.
– Minha exaustão não é do corpo, meu Rei. É do coração. Passei dias enfeitando cabelos, roupas e sorrisos, me vestindo de outra coisa, mas o coração não dá pra fantasiar.
– Insista no carnaval, querida. Insista na fantasia que o coração segue. Onde o corpo vai, a alma vai atrás.
– Já tentei, meu Rei. Não importa quantas fantasias eu vista, não consigo fugir de mim mesma. Não consigo ignorar essa dor no peito.
– Então leve este meu sorriso – disse o Rei enquanto pegava outro sorriso de sua coleção e entregava à jovem – ele não cura dores no peito, mas cura um pouco da tristeza.
– Obrigado rei, mas não posso aceitar e por favor não insista. Hoje eu apenas quero me vestir de mim mesma, nada mais. Então por favor, tire seu sorriso do caminho que eu quero passar com minha dor.
A jovem caminhou lentamente pela corte real e atravessou a folia. Ela era a menina mais sozinha do reino, mesmo cercada de tanta gente. Por um momento o sorriso do Rei, que era sempre o mais bonito de todo o carnaval, perdeu um pouco do brilho. E por um segundo o rei se sentiu aliviado. Percebeu que tinha dado ao carnaval a obrigação de fazer todo mundo feliz. Então entendeu que felicidade não é uma obrigação, é um acontecimento. Daquele dia em diante ele parou de confeccionar sorrisos e passou a esperar os sorrisos que a felicidade fosse entregar. Afinal, só a felicidade é capaz de realmente fazer sorrir e ela tem a hora certa de chegar. Até lá, paciência.
MEU PRIMO PINGÜIM
Caro amigo Hofritz,
Sob a luz de velas, compungido, corpo molhado de suor, leio sua carta. Não esperei sequer a luz voltar.
Imaginei você ter nascido um leão marinho, que horror! Inadmissível tua mulher dizer isso de você. Não ia conseguir aturar isso, acho. Sempre me inspirei em você como o meu modelo de pingüim.
Tia Chandó, tua mãe, não tenho dúvidas, ia querer matar essa sua mulher.
Aqui, as coisas não estão muito diferentes. Frija, minha patroa, está cada dia pior. Fria, distante, exigente, encrenqueira.
Veja você, cheguei até mesmo a imaginar que ela tinha casado comigo só pelo meu dinheiro!
Felizmente (ou infelizmente, não sei bem), não o tenho. Aliás, não digo que não restou nada dele, estaria mentindo.
Consegui guardar alguns trocados ao longo da minha vida, antes de conhecê-la, é bem verdade.
Vendi quase tudo, só me restou uma modesta sociedade, uma fábrica de gelo aqui perto do campo de São Cristóvão. Não dá muito lucro, mas no verão, sou um privilegiado, tenho um cantinho pra me refrescar.
Mas voltemos ao que interessa. Não sei se o cafofo onde vivo seria do teu agrado, mas é o que tenho pra te oferecer. Cavalo dado não se olha os dentes, diz o ditado.
Aguardo-o aqui em casa, você tem o nosso endereço.
Qualquer coisa me liga.
Teu primo querido, Fredo.
Zoológico, Campo de São Cristóvão, CEP 20921
Rio de Janeiro, Brasil
Aprendendo
APRENDENDO!
Sou apenas um obreiro junto aos Deuses.
Sim, sou um obreiro.
Tento à exaustão aprender com vocês, pequenos Deuses, a dar forma, moldar, exprimir essa enxurrada de sentimentos, nem belos nem disformes, apenas emoções que brotam de pensamentos confusos, difusos, rebeldes, saudosos de um futuro que talvez nunca venha a se manifestar da maneira antes sonhada, que, já não são meus ao liberá-los para o mundo, ao cortar fundo com o bisturi da minha pena, a minha própria alma.
O homem da calopsita
O HOMEM DA CALOPSITA
Uma manhã fresca, gratificante, prazerosa.Depois de vários dias de um insuportável e causticante calor, um vento plácido e suave, acaricia-me o rosto.
O sol brilha, forte. Sinto sua presença forte, abrasadora, inquietante mas ao mesmo tempo revitalizante física, mental e espiritual durante minha caminhada em volta da Lagoa Rodrigo de Freitas.
O cheiro nauseabundo de peixe morto, em avançado estado de decomposição que, obrigava ciclistas e pedestres a caminhar na ciclovia da Lagoa com um lenço no rosto, havia sumido como por encanto.
O verde forte da clorofila das folhas, contrasta com o azul irretocável do céu. As pequenas garças e os diversos pássaros mergulham em busca de seu alimento, agora escasso, após a Guernica dos peixes imposta pelo descaso de pessoas que nutrem-se daquela beleza natural que acham ser inesgotável.
Enfim, a despeito disso, um quadro perfeito adoça-me a alma, enche-me o espírito de prazer.
Caminho a passos largos, ritmo compassado. Examino cada recanto da minha alma. Percebo que estou calmo, alegre, feliz. Agradeço a Deus e a cada ser humano que participou da construção dessa maravilha de que desfruto. Agradeço àqueles que plantaram a grama, as árvores, aos que construiram a ciclovia, proporcionando-me de alguma forma, sem nem mesmo saber, o prazer de que desfruto agora.
De repente, ouço passos rápidos, pesados.
Olho para o lado, vejo um homem alto, moreno, ostentando seus mais de cem quilos. Veste um short preto, listras brancas na lateral e uma camisa amarela.
No seu ombro direito vê-se um pássaro de cor clara. Exibe uma espécie de coroa de plumagem na cabeça.
É uma Calopsita (Caturra em Portugal, Cockatiel na Inglaterra, Perruche calopsitte na França, Lorito de Copete na Espanha).
De origem australiana, amigável, reproduz sons, assobia, imita palavras. Enfim, um perfeito animal de estimação.
Em determinado momento, noto que aquele homem avantajado, conversa alegremente com o seu pássaro que, por sua vez, parece responder-lhe de alguma forma que não cabe a mim analisar, nem tentar entender, mas apenas aceitar as manifestações da natureza que não inteiramente compreendidas por nós.
O inusitado da cena transporta-me a considerações que transcendem à minha caminhada.
Solidão, amor aos pássaros, perda da capacidade de comunicação com outros seres humanos, ou apenas mais um caso de exibicionismo puro e simples?
Como ele caminha muito rápido, logo perco contato visual.
Encontro-o novamente na curva do calombo, próximo à garagem de remo do clube Botafogo.
Parado, sorri, cercado por diversos pombos que caminham desengonçados, naquela maneira peculiar dos Columba Lívia. Compenetrado, nosso herói conversa com eles.
Interrompo minha caminhada por alguns instantes. Cumprimento-o, reparo que seu semblante se fecha. Responde-me secamente com um grunhido que interpreto como tendo sido um oi. Tento fazer mais algumas perguntas. Ouço como resposta apenas resposta vagas e levemente irritadas.
Percebo que é hora de sair dali. Estou certo de que interrompi aquele seu momento peculiar de prazer. Conscientizo-me de que neste momento de alguma forma sou um intruso num mundo para mim até então desconhecido.
Decido que é hora de me afastar dali e deixá-lo usufruir daquele habitat que parece não admitir a presença de uma outra pessoa não engajada naquele ritual.
O sol brilha, forte. Sinto sua presença forte, abrasadora, inquietante mas ao mesmo tempo revitalizante física, mental e espiritual durante minha caminhada em volta da Lagoa Rodrigo de Freitas.
O cheiro nauseabundo de peixe morto, em avançado estado de decomposição que, obrigava ciclistas e pedestres a caminhar na ciclovia da Lagoa com um lenço no rosto, havia sumido como por encanto.
O verde forte da clorofila das folhas, contrasta com o azul irretocável do céu. As pequenas garças e os diversos pássaros mergulham em busca de seu alimento, agora escasso, após a Guernica dos peixes imposta pelo descaso de pessoas que nutrem-se daquela beleza natural que acham ser inesgotável.
Enfim, a despeito disso, um quadro perfeito adoça-me a alma, enche-me o espírito de prazer.
Caminho a passos largos, ritmo compassado. Examino cada recanto da minha alma. Percebo que estou calmo, alegre, feliz. Agradeço a Deus e a cada ser humano que participou da construção dessa maravilha de que desfruto. Agradeço àqueles que plantaram a grama, as árvores, aos que construiram a ciclovia, proporcionando-me de alguma forma, sem nem mesmo saber, o prazer de que desfruto agora.
De repente, ouço passos rápidos, pesados.
Olho para o lado, vejo um homem alto, moreno, ostentando seus mais de cem quilos. Veste um short preto, listras brancas na lateral e uma camisa amarela.
No seu ombro direito vê-se um pássaro de cor clara. Exibe uma espécie de coroa de plumagem na cabeça.
É uma Calopsita (Caturra em Portugal, Cockatiel na Inglaterra, Perruche calopsitte na França, Lorito de Copete na Espanha).
De origem australiana, amigável, reproduz sons, assobia, imita palavras. Enfim, um perfeito animal de estimação.
Em determinado momento, noto que aquele homem avantajado, conversa alegremente com o seu pássaro que, por sua vez, parece responder-lhe de alguma forma que não cabe a mim analisar, nem tentar entender, mas apenas aceitar as manifestações da natureza que não inteiramente compreendidas por nós.
O inusitado da cena transporta-me a considerações que transcendem à minha caminhada.
Solidão, amor aos pássaros, perda da capacidade de comunicação com outros seres humanos, ou apenas mais um caso de exibicionismo puro e simples?
Como ele caminha muito rápido, logo perco contato visual.
Encontro-o novamente na curva do calombo, próximo à garagem de remo do clube Botafogo.
Parado, sorri, cercado por diversos pombos que caminham desengonçados, naquela maneira peculiar dos Columba Lívia. Compenetrado, nosso herói conversa com eles.
Interrompo minha caminhada por alguns instantes. Cumprimento-o, reparo que seu semblante se fecha. Responde-me secamente com um grunhido que interpreto como tendo sido um oi. Tento fazer mais algumas perguntas. Ouço como resposta apenas resposta vagas e levemente irritadas.
Percebo que é hora de sair dali. Estou certo de que interrompi aquele seu momento peculiar de prazer. Conscientizo-me de que neste momento de alguma forma sou um intruso num mundo para mim até então desconhecido.
Decido que é hora de me afastar dali e deixá-lo usufruir daquele habitat que parece não admitir a presença de uma outra pessoa não engajada naquele ritual.
O senhor gordo
Era uma vez um senhor muito gordo.
Foi ao médico dos gordos, que querem passar a magros ou a menos gordos. Um médico muito famoso.
- O que o senhor precisa é de fazer exercício - disse-lhe o médico.
- Que género de exercício? - perguntou o senhor muito gordo.
- Desporto - explicou-lhe o médico. - Ginástica, natação, corrida...
O senhor gordo, que também era muito preguiçoso, preferiu a corrida, mas a cavalo. Sempre era mais confortável.
No mês seguinte, voltou ao médico.
- O senhor está na mesma - disse-lhe o médico, depois de medir-lhe a cintura. - Não emagreceu nada.
- Mas emagreceu o cavalo - esclareceu o senhor gordo. - Depois deste mês de exercício, a carregar comigo, está só pele e osso.
E o senhor continuou gordo, para o resto da vida.
O cavalo, esse, teve de ir consultar um veterinário, a ver se engordava.
A fonte dos pardais

Era uma vez uma fonte à beira da estrada. Os pardais das árvores vizinhas tinham ali o seu ponto de encontro.
Matavam a sede, tomavam banho, chilreavam uns com os outros.
De semana a semana, vinha um homem, sempre de automóvel, buscar água à fonte. Enchia uma quantidade de garrafões de plástico e, depois, abalava.
Nessas alturas, a pardalada fugia para o poiso das árvores e ficava a observar.
- O que é que ele vai fazer com tanta água? - intrigava-se um pardalito novo.
- Deve ir regar as couves - sugeria um pardal.
- Para ele regar as couves é pouca - replicava uma velha pardoca, muito conhecedora da vida.
- Então é para ele beber - propunha outro pardal.
- Para ele beber é muita - replicava a velha pardoca.
- Para o que será? - perguntava o pardalito, sem que ninguém soubesse responder-lhe.
Decidiu investigar. Voou atrás do automóvel, mas como ainda tinha as asas com pouca força e a estrada era às curvas e contra-curvas, perdeu-lhe o rasto. E perdeu-se.
Esvoaçou ao calhas, até descer sobre um telheiro, junto à estrada. No telheiro havia melões à venda e cebolas e batatas e garrafões de vinho.
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A florzinha Magali
A Florzinha Magali
Ela era toda delicada e amarelinha e ficava muito feliz
quando alguém cheirava o seu perfume.
Todas as manhãs logo que o sol nascia ela acordava,
espreguiçava suas pétalas e exalava um delicioso perfume.
Todos que passavam perto da Magali e sentiam seu cheiro
ficavam felizes e percebiam como a natureza é um presente
maravilhoso de Deus.
com a beleza de Magali e vinham visitá-la para se alimentarem
com o seu pólen e a cobriam de beijos em agradecimento pelo alimento.
Um belo dia Magali, que era muito bondosa, observou que perto da árvore
onde morava havia uma família de esquilos com lindos filhotinhos famintos
que precisavam de comida para crescerem fortes.
Magali escutou a mamãe esquilo dizendo que estava difícil encontrar frutas
para alimentar os filhotes porque haviam poucas árvores frutíferas plantadas
naquela região.
Infelizmente os homens arrancavam as árvores para utilizar a madeira
e deixavam muitos animais desprotegidos, sem casa e sem alimento.
Então Magali lembrou que Jesus nos ensinou a ajudar quem precisa
e teve uma idéia: reuniu todas as flores que moravam naquela mesma árvore
e decidiram que estava na hora de se transformarem em frutos deliciosos.
que cresceram e ficaram bem maduras para servirem de alimento para aqueles
esquilinhos que poderiam crescer saudáveis.
Em agradecimento a Deus pelo alimento, os esquilinhos guardaram
as sementes das frutas que comeram e plantaram para que crescessem
mais árvores de flores cheirosas e frutos deliciosos, para que
nenhum animal da floresta sentisse fome novamente.
Poesia Vou pra casa da vovó
Chega de tanta injustiça
de castigo e confusão!
Vou pra casa da vovó,
não tem outra solução!
Estou mesmo decidido
e pra sempre eu me mudo.
Aqui eu não posso nada
e por lá eu posso tudo!
Posso comer chocolate,
posso até me empanturrar.
Posso comer sobremesa
até antes do jantar.
Mesmo que eu faça bagunça,
vovó não briga comigo.
Se eu beliscar o irmãozinho,
vovó não me põe de castigo!
Vou fazer a minha mala,
meu carrinho eu vou levar.
Vou levar o meu cachorro
e o meu jogo de armar.
Vou levar meu travesseiro,
levo também meu pião,
pego os meus livros de história
e o meu time de botão.
Levo as coisas que eu gosto,
pra ter tudo sempre a mão:
levo também o papai,
a mamãe e o meu irmão!
de castigo e confusão!
Vou pra casa da vovó,
não tem outra solução!
Estou mesmo decidido
e pra sempre eu me mudo.
Aqui eu não posso nada
e por lá eu posso tudo!
Posso comer chocolate,
posso até me empanturrar.
Posso comer sobremesa
até antes do jantar.
Mesmo que eu faça bagunça,
vovó não briga comigo.
Se eu beliscar o irmãozinho,
vovó não me põe de castigo!
Vou fazer a minha mala,
meu carrinho eu vou levar.
Vou levar o meu cachorro
e o meu jogo de armar.
Vou levar meu travesseiro,
levo também meu pião,
pego os meus livros de história
e o meu time de botão.
Levo as coisas que eu gosto,
pra ter tudo sempre a mão:
levo também o papai,
a mamãe e o meu irmão!
Poesia Sonhos de Menina
Hoje com os pezinhos para cima, no sofá da sala,
sonhei de olhos abertos.
Fiz de volta o caminho que me fez mulher,
até chegar a ser menina de novo....!!!!
Ahhh suspiro eu, lembrei da boneca com corpo de pano,
mas que deixava guardadinha, em cima do guarda-roupas,
bem acomodadinha na caixa que era seu berço...
Deixava os sapatos no canto,
pegava meu quadrado de rabiola de pano colorido,
preparava o cordonê, e saía eu a correr pela rua de terra ainda,
até colocar no ar meus sonhos de menina-moleca,
enquanto no céu
meu quadrado flutuava ziguezagueando a rabiola colorida.....
pegava meu quadrado de rabiola de pano colorido,
preparava o cordonê, e saía eu a correr pela rua de terra ainda,
até colocar no ar meus sonhos de menina-moleca,
enquanto no céu
meu quadrado flutuava ziguezagueando a rabiola colorida.....
Coisa de menino?
Que nada!
Menina também sabia colocar no ar a pandorga!
Que nada!
Menina também sabia colocar no ar a pandorga!
Hummmm!! Cheirinho gostoso no ar,
vovó na cozinha a preparar o lanche da tardinha!!
Cheiro de açúcar e canela...
de leite com café, feito no coador de pano!
vovó na cozinha a preparar o lanche da tardinha!!
Cheiro de açúcar e canela...
de leite com café, feito no coador de pano!
Vá lavar as mãos menina sapeca, gritava vovó....
O lanche está na mesa!
Venha logo dizia ela, não deixe o leite esfriar!...
O lanche está na mesa!
Venha logo dizia ela, não deixe o leite esfriar!...
Mãos lavadas, mas sem olhar no espelho,
não percebia que o rosto mais parecia
uma indiazinha pintada para a guerra,
dizia vovó, passando o avental pelo meu rosto,
tentando fazer de mim, a sua princesa de pele morena
e olhos pretinhos...brilhantes,
de tanto sonhar que o céu era seu palco,
para ser como a pandorga,
cruzando o céu alegremente ao sabor do vento,
olhando lá de cima, tudo pequenininho aqui embaixo.....
não percebia que o rosto mais parecia
uma indiazinha pintada para a guerra,
dizia vovó, passando o avental pelo meu rosto,
tentando fazer de mim, a sua princesa de pele morena
e olhos pretinhos...brilhantes,
de tanto sonhar que o céu era seu palco,
para ser como a pandorga,
cruzando o céu alegremente ao sabor do vento,
olhando lá de cima, tudo pequenininho aqui embaixo.....
Ahhhhh menina sonhadora.... Acorda!
Coloque seus pezinhos no chão, e tome já seu café,
o bolo de chocolate com canela está uma delicia!
Está do jeitinho que você gosta.... Anda logo...
Coloque seus pezinhos no chão, e tome já seu café,
o bolo de chocolate com canela está uma delicia!
Está do jeitinho que você gosta.... Anda logo...
Depois do lanchinho, que só vovó sabia preparar,
era tempo de fazer a lição de casa, para a aula de amanhã cedinho.
O papel de pão, era o rascunho para as continhas acertar,
antes de colocar no caderno, cuidando para não fazer orelha na página,
vovó dizia que caderno de menina tinha que ter florzinhas
e nunca orelhinhas, pois demonstrava descuido.
era tempo de fazer a lição de casa, para a aula de amanhã cedinho.
O papel de pão, era o rascunho para as continhas acertar,
antes de colocar no caderno, cuidando para não fazer orelha na página,
vovó dizia que caderno de menina tinha que ter florzinhas
e nunca orelhinhas, pois demonstrava descuido.
Pronto, da Aritmética tudo já passado a limpo,
com prova dos nove e para confirmar, prova real também!!
Tudo certinho....
mamãe chegava para tomar a tabuada.... ai ai ai....
as vezes faltavam dedos para contar.....
mas no final tudo dava certo,
se errava muito tinha que estudar mais...
E depois tomar banho,
colocar laço de fita no rabo de cavalo,
que mamãe me fazia, tão esticadinho
que até repuxava os olhinhos,
me fazendo mesmo, parecer com Jacuí,
pois de pele morena e olhinhos esticadinhos....
era mesmo a indiazinha de Papai!!
com prova dos nove e para confirmar, prova real também!!
Tudo certinho....
mamãe chegava para tomar a tabuada.... ai ai ai....
as vezes faltavam dedos para contar.....
mas no final tudo dava certo,
se errava muito tinha que estudar mais...
E depois tomar banho,
colocar laço de fita no rabo de cavalo,
que mamãe me fazia, tão esticadinho
que até repuxava os olhinhos,
me fazendo mesmo, parecer com Jacuí,
pois de pele morena e olhinhos esticadinhos....
era mesmo a indiazinha de Papai!!
Meu irmão também já havia recolhido o carrinho de rolimã,
passava pela cozinha como furacão,
mas não sem antes, pegar um belo pedaço de bolo
e um copo de leite frio....
com a lição de casa pronta,
corria para o chuveiro.
passava pela cozinha como furacão,
mas não sem antes, pegar um belo pedaço de bolo
e um copo de leite frio....
com a lição de casa pronta,
corria para o chuveiro.
Lave bem as orelhas gritava mamãe,
senão vai nascer um pé de couve!!
(credo pensava eu, um pé de couve dentro da orelha??)
E logo estava ele, ali, brilhantina no topete,
calça curta, camisa de botão,
me pegava pela mão, e sentadinhos no tapete da sala,
estava na hora da sessão Pullman Junior,
hora dos desenhos em branco e preto,
e de fala que não se entendia,
mas, criança entende tudo...
adorávamos esses desenhos!!!
senão vai nascer um pé de couve!!
(credo pensava eu, um pé de couve dentro da orelha??)
E logo estava ele, ali, brilhantina no topete,
calça curta, camisa de botão,
me pegava pela mão, e sentadinhos no tapete da sala,
estava na hora da sessão Pullman Junior,
hora dos desenhos em branco e preto,
e de fala que não se entendia,
mas, criança entende tudo...
adorávamos esses desenhos!!!
Já estava quase na hora de papai chegar,
da cozinha o cheirinho do feijão já temperado,
do bife acebolado e do arroz branquinho,
acompanhado de batatinha frita....
já estava na hora do jantar....
Mas temos que o papai esperar....
da cozinha o cheirinho do feijão já temperado,
do bife acebolado e do arroz branquinho,
acompanhado de batatinha frita....
já estava na hora do jantar....
Mas temos que o papai esperar....
Tan tan tan ta ram ta ram.... tan tan tan taram taram....
Nossa que barulho é esse?
Hiiiiii é o soldadinho de chumbo!
Avisando que já está chegando à hora de levantar.
Nossa que barulho é esse?
Hiiiiii é o soldadinho de chumbo!
Avisando que já está chegando à hora de levantar.
Xiiii , era mesmo, acordei do sonho que pensei sonhar de olhos abertos.....
Olhei ao redor, e, percebi que o caminho que percorri no tempo,
estaria sempre ali, me esperando seguir de encontro
à menina sapeca,
sem precisar no espelho olhar....
apenas sonhar!!!!
estaria sempre ali, me esperando seguir de encontro
à menina sapeca,
sem precisar no espelho olhar....
apenas sonhar!!!!
Mas não pensem que minhas brincadeiras,
eram só coisas de moleque,
também brincava de casinha e boneca...
Amanhã é dia de ir na casa da Madrinha,
tentei escapar de mansinho e não deu remédio...
Brincar de casinha com a Dindinha,
vai ser um tédio...
eram só coisas de moleque,
também brincava de casinha e boneca...
Amanhã é dia de ir na casa da Madrinha,
tentei escapar de mansinho e não deu remédio...
Brincar de casinha com a Dindinha,
vai ser um tédio...
Poesia Sonhar-Grilo Falante
Sonhar...
Toda Vez que eu sonhar
Eu vou caminhar até a beira do mar
Vou nadar e nadar com os golfinhos...
inhos...inhos...inhos...
Toda vez que eu sonhar
Pelo céu eu vou voar
Com os pássaros vou migrar
Para o sul me aproximar
Toda vez que eu sonhar
Nas matas vou me aventurar
Nas cachoeiras vou escorregar
Mas agora... ahhh... que pena,
eu vou acordar!!...
Eu vou caminhar até a beira do mar
Vou nadar e nadar com os golfinhos...
inhos...inhos...inhos...
Toda vez que eu sonhar
Pelo céu eu vou voar
Com os pássaros vou migrar
Para o sul me aproximar
Toda vez que eu sonhar
Nas matas vou me aventurar
Nas cachoeiras vou escorregar
Mas agora... ahhh... que pena,
eu vou acordar!!...
Conto Na hora do Chá
Juju, garotinha esperta
de olhinhos vivos, pézinhos saltitantes, e
mãozinhas sempre prontas a um carinho,
é netinha de dona Cristina!..
A Juju, mora em outra cidade,
não muito longe, de onde mora a vovó,
e, estão sempre juntas, pois
a vovó Cristina, é muito coruja
e de sua netinha, não consegue
ficar distante!
A Mamãe de Juju, trabalha fora
assim igual ao Papai.
Então, Juju fica
na escolinha, brincando com seus amiguinhos
enquanto espera Mamãe voltar.
Ahhh! Mas que alegria sente Juju,
quando na porta da escolinha, encontra com?....
Adivinha com quem??
Isso mesmo, com a vovó Cristina,
que chegou de surpresa, e,
com seu riso gostoso e braços abertos,
abraça Juju, que feliz, beija e beija
a vovó coruja!
Vovó toda feliz, conta pra Juju, que,
sua malinha já fez, e que uns dias
nas casa de vovó, ela vai ficar
para brincar, pular, cantar,
e matar a saudade dos
dias que longe ficaram.
Vovô, já está com a malinha no carro,
todo ansioso, esperando as mocinhas "vovó e Juju"
chegarem da escola, para na estrada, seguirem viagem.
A Mamãe e o Papai de Juju, com saudades vão ficar,
mas, sabem que uns dias na casinha da vovó,
será muito bom pra Juju...
Já na estrada, vovó e Juju,
começam a cantarolar, aquelas cantigas
gostosinhas, que toda vovó ensina a cantar...
e vovô, sem perder a pose,
canta com elas também!!!
....."Pela estrada fora eu vou bem sozinha
levar estes doces para a vovózinha... Ela mora longe
o caminho é deserto, e o lobo mau passeia aqui por perto!
Mas à tardinha, ao Sol poente, junto a vovózinha dormirei
contente!..... lá, lá, lá. lá,lá.......... "
Fom! Fom!.... buzina do vovô virando já a esquina,
anunciando às titias Alana e Fernanda,
que Juju, está chegando... Ahhhh
e Baby, a cachorrinha de vovó,
saltita de alegria, mesmo
sabendo que vez ou outra,
dona Juju lhe puxa o rabinho!!
Coisa boa, chegar na casinha da vovó!!!
Juju corre prá lá e prá cá, e
enquanto nos braços das titias está,
vovó vai prá cozinha, preparar um lanchinho,
bolinhos vira cambalhota (são iguais aos de chuva)
açúcar e canela polvilhados em cima,
e para acompanhar.... o chá da vovó!!!!
É mesmo!.... Já está na hora do chá... já
é de tardinha, e sempre nesta hora,
vovó e Juju, bem juntinhas,
tomam do chá, beliscando dos bolinhos, e,
Juju muito atenta, escuta da vovó
a estorinha do Pinóquio, um
menino que quando mentia
crescia o seu nariz....
E Juju, segurando seu narizinho,
ia aprendendo com vovó,
que não se deve mentir!..
E assim, todos os dias na hora do chá,
vovó Cristina conta uma estorinha pra Juju,
que sempre atenta, aprende uma nova lição,
e com seu narizinho, sempre do mesmo tamanho,
pois Juju já aprendeu que,
mentir é muito feio!!
Passado o final de semana,
Juju, no carro com vovó e vovô,
cantam assim:
Pela estrada fora, vou bem contentinha,
volto pra casa da mamãezinha, porque amanhã
tem escolinha!
Agora, junto de seu Papai e Mamãe,
Juju espera que a vovó, logo possa voltar, e,
bem juntinhas, de novo o cházinho tomar,
e com os bolinhos....hummmm
se deliciar!...
de olhinhos vivos, pézinhos saltitantes, e
mãozinhas sempre prontas a um carinho,
é netinha de dona Cristina!..
A Juju, mora em outra cidade,
não muito longe, de onde mora a vovó,
e, estão sempre juntas, pois
a vovó Cristina, é muito coruja
e de sua netinha, não consegue
ficar distante!
A Mamãe de Juju, trabalha fora
assim igual ao Papai.
Então, Juju fica
na escolinha, brincando com seus amiguinhos
enquanto espera Mamãe voltar.
Ahhh! Mas que alegria sente Juju,
quando na porta da escolinha, encontra com?....
Adivinha com quem??
Isso mesmo, com a vovó Cristina,
que chegou de surpresa, e,
com seu riso gostoso e braços abertos,
abraça Juju, que feliz, beija e beija
a vovó coruja!
Vovó toda feliz, conta pra Juju, que,
sua malinha já fez, e que uns dias
nas casa de vovó, ela vai ficar
para brincar, pular, cantar,
e matar a saudade dos
dias que longe ficaram.
Vovô, já está com a malinha no carro,
todo ansioso, esperando as mocinhas "vovó e Juju"
chegarem da escola, para na estrada, seguirem viagem.
A Mamãe e o Papai de Juju, com saudades vão ficar,
mas, sabem que uns dias na casinha da vovó,
será muito bom pra Juju...
Já na estrada, vovó e Juju,
começam a cantarolar, aquelas cantigas
gostosinhas, que toda vovó ensina a cantar...
e vovô, sem perder a pose,
canta com elas também!!!
....."Pela estrada fora eu vou bem sozinha
levar estes doces para a vovózinha... Ela mora longe
o caminho é deserto, e o lobo mau passeia aqui por perto!
Mas à tardinha, ao Sol poente, junto a vovózinha dormirei
contente!..... lá, lá, lá. lá,lá.......... "
Fom! Fom!.... buzina do vovô virando já a esquina,
anunciando às titias Alana e Fernanda,
que Juju, está chegando... Ahhhh
e Baby, a cachorrinha de vovó,
saltita de alegria, mesmo
sabendo que vez ou outra,
dona Juju lhe puxa o rabinho!!
Coisa boa, chegar na casinha da vovó!!!
Juju corre prá lá e prá cá, e
enquanto nos braços das titias está,
vovó vai prá cozinha, preparar um lanchinho,
bolinhos vira cambalhota (são iguais aos de chuva)
açúcar e canela polvilhados em cima,
e para acompanhar.... o chá da vovó!!!!
É mesmo!.... Já está na hora do chá... já
é de tardinha, e sempre nesta hora,
vovó e Juju, bem juntinhas,
tomam do chá, beliscando dos bolinhos, e,
Juju muito atenta, escuta da vovó
a estorinha do Pinóquio, um
menino que quando mentia
crescia o seu nariz....
E Juju, segurando seu narizinho,
ia aprendendo com vovó,
que não se deve mentir!..
E assim, todos os dias na hora do chá,
vovó Cristina conta uma estorinha pra Juju,
que sempre atenta, aprende uma nova lição,
e com seu narizinho, sempre do mesmo tamanho,
pois Juju já aprendeu que,
mentir é muito feio!!
Passado o final de semana,
Juju, no carro com vovó e vovô,
cantam assim:
Pela estrada fora, vou bem contentinha,
volto pra casa da mamãezinha, porque amanhã
tem escolinha!
Agora, junto de seu Papai e Mamãe,
Juju espera que a vovó, logo possa voltar, e,
bem juntinhas, de novo o cházinho tomar,
e com os bolinhos....hummmm
se deliciar!...
História Um gostoso bolo de fubá
Um Gostoso Bolo de Fubá
Em uma fazenda, muito grande... havia de tudo um pouco:
Frutas, gado, cavalos, e como não podia faltar...
tinha um grande galinheiro!
Nesse galinheiro, havia uma galinha muito prendada e trabalhadeira.
Como havia chegado a temporada da colheita do milho, ela resolveu
fazer um gostoso bolo de fubá e chamar a bicharada toda para
saboreá-lo junto com ela.
Frutas, gado, cavalos, e como não podia faltar...
tinha um grande galinheiro!
Nesse galinheiro, havia uma galinha muito prendada e trabalhadeira.
Como havia chegado a temporada da colheita do milho, ela resolveu
fazer um gostoso bolo de fubá e chamar a bicharada toda para
saboreá-lo junto com ela.
Pegou então um balaio e saiu pelo campo afora gritando:
- Quem vai me ajudar a apanhar o milho na roça?
Eu não....eu não... eu não... foi a resposta de quantos ela
encontrava pelo caminho.
Então ela dizia:
- Não faz mal, eu vou... E colheu quase o balaio cheio.
Mas agora ela precisava moer o milho para virar fubá.
- Quem vai me ajudar a moer?
E a resposta foi a mesma, eu não ... eu não ... eu não!!
Ela dizia:
- Não faz mal, eu moo sozinha.... E assim fez....
Quando o fubá estava pronto ela perguntou:
- Quem vai me ajudar a apanhar o milho na roça?
Eu não....eu não... eu não... foi a resposta de quantos ela
encontrava pelo caminho.
Então ela dizia:
- Não faz mal, eu vou... E colheu quase o balaio cheio.
Mas agora ela precisava moer o milho para virar fubá.
- Quem vai me ajudar a moer?
E a resposta foi a mesma, eu não ... eu não ... eu não!!
Ela dizia:
- Não faz mal, eu moo sozinha.... E assim fez....
Quando o fubá estava pronto ela perguntou:
- Quem vai me ajudar a bater o bolo?
E não deu outra, eu não... eu não... eu não.... foi a resposta,
e ela continuava dizendo:
- Não faz mal eu bato sozinha.... E assim fez...
E não deu outra, eu não... eu não... eu não.... foi a resposta,
e ela continuava dizendo:
- Não faz mal eu bato sozinha.... E assim fez...
Mas, precisava acender o forno....
- Quem vai me me ajudar a buscar lenha para acender o forno?
Como se fosse novidade: eu não.... eu não... eu não, foi a resposta.
e, como não poderia deixar de ser, ela foi sozinha buscar a lenha.
Acendeu o forno e colocou o bolo para assar.
.... Hummm! Que cheirinho bom foi se espalhando pela fazenda!
Finalmente o bolo ficou pronto!
Dona Galinha arrumou a mesa com uma linda toalha,
e, colocando o bolo na mesa, gritou:
- Quem quer comer o bolo comigo??
Nossa! Foi um atropelo só... Toda a bicharada correndo e gritando:
- Eu quero... eu quero ... eu quero!
E se amontoaram na porta do galinheiro....
Calma dizia Dona Galinha, calma....
- Agora, vocês vão apreciar, como se come um bolo de fubá delicioso!
Como ninguém quis me ajudar quando precisei... agora eu não preciso
de ajuda para saborear esse delicioso bolo de fubá!
Agora, fica assim:
- Peguem o balaio, vão até à roça, colham o milho,
moam até virar fubá, aí então.... façam seu próprio bolo!
- Quem vai me me ajudar a buscar lenha para acender o forno?
Como se fosse novidade: eu não.... eu não... eu não, foi a resposta.
e, como não poderia deixar de ser, ela foi sozinha buscar a lenha.
Acendeu o forno e colocou o bolo para assar.
.... Hummm! Que cheirinho bom foi se espalhando pela fazenda!
Finalmente o bolo ficou pronto!
Dona Galinha arrumou a mesa com uma linda toalha,
e, colocando o bolo na mesa, gritou:
- Quem quer comer o bolo comigo??
Nossa! Foi um atropelo só... Toda a bicharada correndo e gritando:
- Eu quero... eu quero ... eu quero!
E se amontoaram na porta do galinheiro....
Calma dizia Dona Galinha, calma....
- Agora, vocês vão apreciar, como se come um bolo de fubá delicioso!
Como ninguém quis me ajudar quando precisei... agora eu não preciso
de ajuda para saborear esse delicioso bolo de fubá!
Agora, fica assim:
- Peguem o balaio, vão até à roça, colham o milho,
moam até virar fubá, aí então.... façam seu próprio bolo!
E a Vovó terminou assim:
- Pois é, meus netinhos... acabou-se a história, que entrou por uma porta
e saiu pela outra, quem quiser que conte outra...!!!
Moral da história:
Se não ajudarmos, como vamos querer que compartilhem conosco?
Temos que colaborar em casa, na escola e com nossos amiguinhos.
- Pois é, meus netinhos... acabou-se a história, que entrou por uma porta
e saiu pela outra, quem quiser que conte outra...!!!
Moral da história:
Se não ajudarmos, como vamos querer que compartilhem conosco?
Temos que colaborar em casa, na escola e com nossos amiguinhos.
Poesia sobre Calopsitas
Calopsitas

Tenho um amigo
do tamanho da minha mão
Ele é bem pequenino
mas tem um grande coração.
Quando eu acordo
ele fica me chamando pra brincar
Às vezes é meio barulhento
e não pára de gritar...
Ele não gosta de ficar preso
por isso o deixo solto pela casa
Quando chego, ele se enche de alegria
e fica batendo as asas.
Ele gosta de ficar perto de mim
e adora um cafuné
Às vezes quando estou escrevendo
sai da sua gaiola para ficar em cima do meu pé.
Calopsitas são demais
São inteligentes, e como são!
Nessa vida, nunca se é solitário
quando se tem um bichinho de estimação!
E eu adoro os meus bichinhos!
Conto O Valentão
O Valentão
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| Ilustra Cartoon - Revista Nosso Amiguinho Agosto de 2010 |
Assim que soou o sino do intervalo, Tales abriu a mochila, pegou a lancheira e saiu correndo para o pátio da escola, olhando desconfiado para todos os lados. Não queria correr o risco de encontrar Leonardo, o valentão da escola que sempre lhe roubava o lanche. Caminhou com a lancheira bem escondida entre os braços, procurando algum canto quieto e sossegado para saborear o bolo com cobertura de calda de chocolate com coco ralado que a mamãe mandou. Só de pensar, ficou com água na boca.
Foi se esquivando do bando de garotos e garotas que corriam com gritos estridentes pelo pátio, até sair de toda aquela algazarra e ir para trás do prédio de aulas, no canto da quadra de esportes que estava vazia. O lugar era perfeito.
O garoto abriu a lancheira com olhos cobiçosos. Quando foi pegar o bolo, ouviu um chiado de choro, que vinha do outro lado da quadra, num canto ainda mais escondido.
Tales tremeu ao reconhecer quem estava agachado, com a cabeça oculta entre as pernas. Era Leonardo. Fechou rapidamente a lancheira e começou a dar cuidadosos passos para trás, temendo que o valentão notasse sua presença e roubasse seu bolo.
Mas Tales parou. Por que Leonardo estaria chorando? Ele é o fortão da
![]() |
| Ilustra Cartoon - Revista Nosso Amiguinho Agosto de 2010 |
escola. Bate, rouba e coloca apelidos em todo mundo. Por um breve momento, Tales sentiu certo prazer em ver o valentão chorando, mas não foi assim que seus pais lhe ensinaram.
Sem saber por que, Tales começou a caminhar em direção a Leonardo que, ao perceber sua presença, levantou o rosto amassado e vermelho e esbravejou:
- Sai daqui, Luneta Vareta! – este era o apelido que ele havia colocado em Tales, pois era magro e usava óculos.
- Quer lanchar comigo? – perguntou o garoto com a voz trêmula.
- Se eu quiser seu lanche eu o pego inteiro – Leonardo falou e afundou a cabeça entre os braços.
Tales sentou-se ao lado dele. Dividiu o bolo e esticou um pedaço para Leonardo que olhou desconfiado.
- Por que você está aqui? – perguntou o valentão pegando o bolo.
- Você parece triste. Está precisando de alguma coisa?
Leonardo estranhou, pois nunca tinha sido tratado daquele jeito. Sempre foi estúpido com todos os alunos, batendo, ameaçando, roubando, apelidando. Poderia alguém se preocupar com ele? Nem seus pais cuidavam dele direito, ninguém queria ficar perto dele e, por isso, estava tão triste.
Uma lágrima rolou de seu rosto quando mordeu o bolo e disse com a boca cheia:
- Acho que preciso de um amigo.
- Eu posso ser, se você parar de me bater e perseguir. E tenho certeza que outros alunos também vão querer se aproximar se você mudar de atitude.
Tales se levantou e estendeu a mão. Leonardo limpou a boca com a manga da camisa. Tinha uma grande jornada pela frente, para aprender a tratar bem as pessoas, mas, naquele momento, apenas esticou a mão e foi levantado pelo primeiro grande amigo que teria para o resto de sua vida.
Sem saber por que, Tales começou a caminhar em direção a Leonardo que, ao perceber sua presença, levantou o rosto amassado e vermelho e esbravejou:
- Sai daqui, Luneta Vareta! – este era o apelido que ele havia colocado em Tales, pois era magro e usava óculos.
- Quer lanchar comigo? – perguntou o garoto com a voz trêmula.
- Se eu quiser seu lanche eu o pego inteiro – Leonardo falou e afundou a cabeça entre os braços.
Tales sentou-se ao lado dele. Dividiu o bolo e esticou um pedaço para Leonardo que olhou desconfiado.
- Por que você está aqui? – perguntou o valentão pegando o bolo.
- Você parece triste. Está precisando de alguma coisa?
Leonardo estranhou, pois nunca tinha sido tratado daquele jeito. Sempre foi estúpido com todos os alunos, batendo, ameaçando, roubando, apelidando. Poderia alguém se preocupar com ele? Nem seus pais cuidavam dele direito, ninguém queria ficar perto dele e, por isso, estava tão triste.
Uma lágrima rolou de seu rosto quando mordeu o bolo e disse com a boca cheia:
- Acho que preciso de um amigo.
- Eu posso ser, se você parar de me bater e perseguir. E tenho certeza que outros alunos também vão querer se aproximar se você mudar de atitude.
Tales se levantou e estendeu a mão. Leonardo limpou a boca com a manga da camisa. Tinha uma grande jornada pela frente, para aprender a tratar bem as pessoas, mas, naquele momento, apenas esticou a mão e foi levantado pelo primeiro grande amigo que teria para o resto de sua vida.
Conto infantil
[CONTO INFANTIL] O Brinquedo
Fernando sentia um misto de euforia e vergonha no dia do brinquedo. Ficava todo animado, pois brincaria com coisas diferentes. Porém, tentava esconder seu próprio brinquedo para que ninguém visse.Assim que a professora anunciou a hora da brincadeira, os alunos tiraram da mochila o equipamento de diversão. Fernando aproveitou o alvoroço e depositou no meio dos diversos brinquedos um carrinho artesanal, feito pelas mãos habilidosas de seu avô Lourival.
Sendo de uma família muito humilde, raramente ganhava brinquedos. Sabendo disso, o avô o presenteava com carros, caminhões e até bonecos de madeira. Brincar em casa era divertido, mas sempre tinha receio de que os amigos fizessem alguma troça por só trazer artesanato e não um daqueles belos e brilhantes objetos de divertimento que passavam na televisão.
Ao iniciarem as brincadeiras, Fernando encontrou um boneco de seu super-herói preferido. Não podia acreditar que poderia brincar com aquela réplica que piscava luzes e imitava a voz do herói. O garoto, que sempre quis ter um daqueles bonecos, viajou na brincadeira e nunca antes a hora do brinquedo passara tão rápida.
Quando a professora anunciou que estava na hora de se arrumarem para a saída, foi aquele tumulto. A criançada correndo, pegando cada um seu brinquedo e colocando dentro das bolsas.
Ao chegar em casa, Fernando teve uma surpresa. Por engano, havia colocado dentro da mochila o boneco do herói e, certamente, alguém também levara seu carrinho de madeira enganado.
Segurando o brinquedo com as duas mãos, Fernando sentiu o forte desejo de possuí-lo. Não o devolveria na sala. Naquela confusão, ninguém jamais suspeitaria de quem havia pegado o brinquedo.
Porém, essa ideia foi confrontada com a voz de sua consciência. Aquilo seria como roubar alguém. Mas Fernando queria muito ter o brinquedo e sabia que jamais teria condições de comprar um.
Não conseguiu brincar com o boneco naquela noite e dormiu pensando se o devolveria ou não para o verdadeiro dono.
No dia seguinte, Fernando caminhou para a escola. O super-herói ia dentro de sua bolsa, pois já tinha tomado a decisão de devolvê-lo.
Porém, ao chegar no portão, um amigo chamado Vitor o parou, dizendo que, no dia anterior, por engano, tinha ficado com o caminhão artesanal. O pai de Vítor interrompeu a conversa e disse para Fernando que era colecionador de brinquedos de madeira e que, fascinado com o carrinho, queria comprá-lo.
- Não posso vendê-lo - disse Fernando e, depois de pensar um pouco, falou: - mas ficaria contente se o senhor o aceitasse como presente.
O homem aceitou de imediato e Fernando comentou que também levou um brinquedo errado para casa.
- Esse boneco é meu - disse Vítor ao ver o super-herói nas mãos do amigo. - Ou melhor, agora é seu, pois eu também lhe dou de presente.
Quase sem acreditar no desfecho daquela situação, Fernando agradeceu ao colega e se surpreendeu quando, nas semanas seguintes, brinquedo artesanal virou modinha no dia do brinquedo.
A viagem de Lara, a gotinha
A viagem de Lara, a gotinha
Um certo dia de madrugada várias gotas d’água acordavam em cima de uma fofa nuvem.
Lara, a mais bela gotinha, com um laço na cabeça, conversava com suas amigas.
- Olá Lana, Lois, Ketlin, Cassiane e Melody. O dia está lindo! – diz Lara.
- Eu acho que vai chover! – fala a pequena Ketlin.
As gotinhas ficaram preocupadas e falaram:
- Mas se chover nós vamos cair!
Começou a chover e uma foi caindo uma de um lado e a outra de outro.
Lara caiu num poço d’água gritando desesperada:
- AAAAAh, socorro me ajudem!
De repente uma moça chamada Simone jogou o balde lá dentro para pegar água.
Lara pulou lá dentro e falou:
- Iupi! Estou salva.
Quando Simone chegou na cozinha com o bule fervendo Lara falou:
- Ih, não estou salva, socorro!
E caiu lá dentro. Depois de dois minutos, lá vai Laura evaporando para sua casa.
- Eu sou feliz – diz Laura.
Um certo dia de madrugada várias gotas d’água acordavam em cima de uma fofa nuvem.
Lara, a mais bela gotinha, com um laço na cabeça, conversava com suas amigas.
- Olá Lana, Lois, Ketlin, Cassiane e Melody. O dia está lindo! – diz Lara.
- Eu acho que vai chover! – fala a pequena Ketlin.
As gotinhas ficaram preocupadas e falaram:
- Mas se chover nós vamos cair!
Começou a chover e uma foi caindo uma de um lado e a outra de outro.
Lara caiu num poço d’água gritando desesperada:
- AAAAAh, socorro me ajudem!
De repente uma moça chamada Simone jogou o balde lá dentro para pegar água.
Lara pulou lá dentro e falou:
- Iupi! Estou salva.
Quando Simone chegou na cozinha com o bule fervendo Lara falou:
- Ih, não estou salva, socorro!
E caiu lá dentro. Depois de dois minutos, lá vai Laura evaporando para sua casa.
- Eu sou feliz – diz Laura.
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